Gorverno federal anunciou a liberação de uma linha de crédito de 40bi
O governo federal anunciou a liberação de uma linha de crédito emergencial de R$ 40 bilhões, no máximo, para financiar salários de trabalhadores de pequenas e médias empresas.
O objetivo é cobrir o pagamento salarial por dois meses. No entanto, a quantia será limitada a dois salários mínimos por funcionário.
Nos casos em que o funcionário ganha mais de dois salários, ficará a critério da empresa complementar ou não a diferença. Além disso, quem optar pela linha de crédito não poderá demitir o empregado durante o período. A expectativa é que o financiamento esteja disponível em uma ou duas semanas.
Conheça os requisitos para solicitar o empréstimo e as condições de pagamento:
1. O financiamento será disponibilizado apenas para empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões por ano;
2. O dinheiro será exclusivo para o pagamento salarial;
3. Os juros serão de 3,75% ao ano;
4. A carência ficará entre 6 a 36 meses para pagar o empréstimo;
5. Salário: o dinheiro será depositado diretamente para o trabalhador por meio do CPF
6. Carência para demitir: a empresa só poderá demitir o trabalhador depois dos dois meses de pagamento;
7. Folha: serão financiados dois meses da folha
8. prazos: a empresa terá carência de 6 meses para começar a pagar. O empréstimo será parcelado em 36 meses
"O dinheiro vai direto para as folhas de pagamento. A empresa fecha o contrato com o banco, mas o dinheiro vai direto para o funcionário. O dinheiro cai direto no CPF do funcionário”, explicou o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.
O programa foi formulado por Banco Central (BC), Ministério da Economia e BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Do total, R$ 17 milhões serão financiadas pelo Tesouro Nacional e o restante por bancos.
“Eu acho que é um programa que vai ajudar muito pequenas e médias empresas, que é um setor que emprega muito, que tem crescido muito e tem ajudado a desenvolver o país. Entendemos que é um programa que está em linha com o que o governo tem anunciado", comentou Campos Neto.





